Especialidade

Psicólogo infantil

A psicologia infantil e infanto-juvenil cuida do desenvolvimento emocional de crianças e adolescentes de 3 a 17 anos, respeitando cada fase. No CDIF, a terapia infantil une recursos lúdicos, abordagens reconhecidas pelo Conselho Federal de Psicologia e a participação ativa dos responsáveis em todo o processo.

Sinais de que meu filho precisa de psicólogo

Alguns sinais indicam que uma criança ou adolescente pode se beneficiar de apoio psicológico: mudanças intensas nas emoções, no comportamento, no sono, na escola ou no convívio. Isoladamente não significam diagnóstico, mas quando persistem e afetam o dia a dia, merecem a escuta de um psicólogo infantil. Percebê-los não é culpa de ninguém - cada criança tem o seu ritmo.

Identificar um ou mais sinais não significa diagnóstico. São situações comuns da infância e da adolescência que, quando persistem, merecem uma escuta profissional para compreender o contexto de cada criança.

Emoções intensas

Medos persistentes, ansiedade infantil, choro frequente ou tristeza que não passa.

Comportamento e limites

Birras frequentes, impulsividade, agressividade ou dificuldade em aceitar combinados e rotinas.

Escola e aprendizagem

Queda no rendimento, recusa em ir à escola ou dificuldades de aprendizagem e de atenção.

Sono, alimentação e rotina

Noites mal dormidas, mudanças no apetite ou resistência intensa à rotina do dia.

Convívio e amizades

Isolamento, dificuldade para fazer amigos ou conflitos constantes com colegas.

Mudanças na família

Separações, luto, mudança de casa ou chegada de um irmão que mexem com a criança.

Desenvolvimento e comunicação

Atrasos na fala, dificuldade de interação ou marcos do desenvolvimento que merecem avaliação, inclusive para autismo (TEA).

Sinais de sofrimento

Desânimo persistente, perda de interesse pelo que antes gostava ou falas que preocupam.

Como funciona

Primeira consulta com o psicólogo infantil: como é?

O atendimento infantil no CDIF segue quatro etapas: contato, anamnese, direcionamento e acompanhamento. Tudo começa por uma conversa inicial pelo WhatsApp. Na primeira consulta, a escuta do histórico da criança com os responsáveis orienta o direcionamento do cuidado, respeitando o tempo de cada fase.

Agendar conversa inicial
Equipe do CDIF em ambiente de atendimento acolhedor
  1. Contato

    Uma conversa inicial pelo WhatsApp para entender a necessidade da família e agendar o primeiro encontro, sem compromisso.

  2. Anamnese

    Nas primeiras sessões reunimos o histórico e o contexto da criança ou adolescente, com a participação dos responsáveis, para compreender o que está acontecendo.

  3. Direcionamento

    A partir da anamnese, direcionamos para a abordagem e o cuidado mais adequados a cada caso, de forma individualizada.

  4. Acompanhamento

    Sessões contínuas com devolutivas aos responsáveis e parceria com a escola, respeitando o tempo de cada criança.

Áreas que completam o cuidado infantil

Além do acompanhamento em psicologia infantil, três áreas completam o cuidado: psicólogo para adolescentes, autismo (TEA) e TDAH com regulação do comportamento. Cada uma tem recursos próprios para acolher a criança ou o adolescente conforme a fase e a necessidade.

Psicólogo para adolescentes

A adolescência traz mudanças intensas. Oferecemos um espaço de escuta sem julgamento para questões de identidade, ansiedade, relações e os desafios dessa fase de transição.

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Autismo (TEA)

Acompanhamento respeitoso do neurodesenvolvimento, valorizando as particularidades de cada criança. Foco em comunicação, autonomia e qualidade de vida, em parceria com família e escola.

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TDAH, TOD e regulação

Apoio para dificuldades de atenção, impulsividade e regulação do comportamento. Estratégias práticas baseadas em evidências para o dia a dia em casa e na escola.

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Retrato de Vanessa Castro, Diretora | Psicóloga, psicopedagoga e terapeuta familiar e de casalRetrato de Maria Cecília, Psicóloga clínicaRetrato de Alyne Nowacki, Psicóloga e neuropsicólogaRetrato de Gabrielle Batistela, Psicóloga clínica | PsicanáliseRetrato de Júlia Hoeltgebaum, Psicóloga clínica

Profissionais que acompanham cada fase

Formada em Psicologia desde 2002, Vanessa dirige o Centro de Desenvolvimento Infantil e Familiar desde janeiro de 2004. Atua como psicóloga, psicopedagoga e terapeuta familiar e de casal, com atendimentos presenciais e online no Jardim das Américas, em Curitiba.

  • Terapia Familiar e de Casal
  • Intervenção Cognitiva e Aprendizagem Mediada
  • Metodologias PEI e Panlexia e formação em Neuropsicologia
Vanessa Castro CRP-08/09833

Psicóloga clínica com atuação voltada ao atendimento de crianças, adolescentes e jovens adultos. Está em formação em Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), utilizando uma abordagem baseada em evidências para promover o desenvolvimento emocional, fortalecer habilidades socioemocionais e contribuir para uma melhor qualidade de vida.

  • Ansiedade, regulação emocional e autoestima
  • Habilidades sociais e desenvolvimento infantil e adolescente
  • Orientação parental, relações familiares, TDAH e TEA
Maria Cecília CRP-08/37464

Psicóloga formada pela PUCPR, com pós-graduação em Neuropsicologia Educacional e 14 anos de experiência no atendimento de crianças e adolescentes. Atua com avaliação psicológica e neuropsicológica, investigando dificuldades de aprendizagem, alterações cognitivas, comportamentais e emocionais, além de realizar psicoterapia infantil e para adolescentes.

  • Avaliação psicológica e neuropsicológica
  • Dificuldades de aprendizagem e alterações cognitivas
  • Aspectos comportamentais e emocionais
Alyne Nowacki CRP-08/18050

Psicóloga com quatro anos de experiência clínica e atuação orientada pela psicanálise. Graduada pela PUCPR e pós-graduada em Psicanálise Lacaniana pelo Instituto ESPE, concentra seus estudos na clínica da feminilidade e nas questões de gênero, articulando psicanálise, arte e literatura. Oferece um espaço de escuta ética e singular, respeitando a história de cada sujeito.

  • Psicanálise lacaniana
  • Clínica da feminilidade e questões de gênero
  • Interfaces entre subjetividade, arte e literatura
Gabrielle Batistela CRP-08/36964

Graduada em Psicologia pela PUCPR, com experiência em atendimentos a crianças em estágios durante a formação. Atua em saúde coletiva com atendimento individual a todos os públicos, principalmente crianças e adolescentes. É pós-graduanda em Avaliação Psicológica pela FAE e estagiária de pós-graduação no Centro de Atenção à Saúde e Bem-Estar do Tribunal de Justiça do Paraná, com interesse em avaliação psicológica e cuidado em saúde mental.

  • Atendimento psicológico individual
  • Avaliação psicológica
  • Saúde mental e saúde coletiva
Júlia Hoeltgebaum CRP-08/47936

Perguntas frequentes sobre psicólogo infantil

Reunimos as principais dúvidas de pais e responsáveis sobre quando procurar um psicólogo infantil, como funciona a terapia infantil e o que esperar do acompanhamento psicológico da criança. As respostas são orientações gerais - cada criança é acompanhada de forma individualizada, no seu próprio ritmo.

Isso é normal da idade ou meu filho precisa de psicólogo?

Muitos comportamentos - birras, medos, timidez - fazem parte do desenvolvimento e tendem a passar com o tempo. O que costuma merecer atenção é a intensidade, a frequência e o quanto aquilo atrapalha o dia a dia (sono, escola, convívio). Na dúvida, uma conversa inicial ajuda a entender o contexto, sem que isso signifique um diagnóstico.

Meu filho tem crises de raiva intensas e não se acalma. A terapia ajuda?

A psicoterapia pode ajudar a criança a reconhecer o que sente e a desenvolver recursos para lidar com a frustração e se regular. O trabalho é individualizado e envolve os responsáveis, já que a rotina em casa faz parte do processo. Cada criança tem o seu tempo.

A escola vive reclamando do comportamento dele. É hora de procurar um psicólogo?

Quando as dificuldades também aparecem na escola e se repetem, vale investigar o que está por trás - pode ter origem emocional, de aprendizagem ou de desenvolvimento. A parceria entre família, escola e profissional costuma ajudar bastante nesse entendimento.

Meu filho tem ansiedade e não quer ir à escola. O que fazer?

A recusa escolar acompanhada de mal-estar físico (dor de barriga, choro, insônia) pede acolhimento, não punição. Uma escuta profissional ajuda a compreender a origem da ansiedade e a construir, junto com a família, formas de apoiar a criança no seu ritmo.

Como saber se é ansiedade, TDAH ou só uma fase?

Só uma avaliação cuidadosa pode diferenciar uma característica passageira de algo que merece acompanhamento. A avaliação psicológica e neuropsicológica observa o contexto completo da criança, e não um único comportamento isolado.

Vão me julgar como pai ou mãe se eu levar meu filho à terapia?

Buscar ajuda é um ato de cuidado, não de fracasso. O atendimento é um espaço sem julgamento, voltado a compreender a criança e apoiar a família. O objetivo é caminhar ao seu lado, não avaliar você.

Tenho medo de "rotular" meu filho cedo demais. Isso acontece?

Procurar um psicólogo não significa receber um rótulo. O foco é entender a criança no seu contexto e oferecer apoio. Quando uma avaliação é indicada, ela é conduzida com responsabilidade, sempre pensando no bem-estar dela.

O que o psicólogo conta para os pais sobre as sessões?

O que a criança traz nas sessões é sigiloso, inclusive para menores de idade (Código de Ética do Psicólogo). Os responsáveis recebem orientações e impressões gerais que ajudam na relação com a criança, preservando a confiança do vínculo terapêutico.

Meu parceiro não concorda com a terapia. Como decidir?

É comum os responsáveis terem visões diferentes. Uma conversa inicial pode ajudar os dois a entenderem a proposta do atendimento e a decidirem juntos, no ritmo da família. O cuidado da criança tende a funcionar melhor quando há alinhamento.

Meu filho vai começar a terapia e estou nervoso. Como é o começo?

É natural sentir insegurança no início. As primeiras sessões são de acolhimento e escuta, para conhecer a criança e a família, sem pressa. Você pode esclarecer suas dúvidas sobre o processo a qualquer momento.