Psicóloga do CDIF sentada em poltrona, com um tablet nas mãos, em sala de atendimento
Especialidade

Psicólogo para adultos

Na psicoterapia para adultos, o CDIF acompanha pessoas a partir de 18 anos em questões como ansiedade, sintomas depressivos, luto, trabalho e relações. Sessões de 45 minutos com psicólogas clínicas registradas no CRP-08, presenciais ou online, em abordagens reconhecidas pelo CFP.

Quando buscar apoio

Quando procurar um psicólogo para adultos

Não existe uma régua de gravidade que autorize a busca por psicoterapia para adultos. Estes são os motivos pelos quais adultos costumam chegar ao CDIF.

  • Ansiedade que não desliga

    A preocupação não desacelera quando o dia termina. O sono piora, o corpo fica em alerta e vem a sensação de estar sempre esperando algo dar errado.

  • Desânimo persistente e sintomas depressivos

    O cansaço não passa com descanso. O que dava prazer virou esforço e conviver com as pessoas passou a exigir uma energia que não sobra.

  • Trabalho que tomou o resto

    A cobrança não para no fim do expediente. Aparecem o esgotamento (burnout), o medo constante de errar e a impressão de que não existe vida fora do trabalho.

  • Relações que repetem o mesmo padrão

    A mesma discussão volta com outra roupagem. Dizer não custa caro e o desgaste se acumula no casamento, na família ou entre amigos.

    Conheça a terapia de casal
  • Perdas e mudanças de fase

    Luto, separação, adoecimento, mudança de cidade, filhos que saem de casa, aposentadoria. Mudanças esperadas também pedem reorganização.

  • A sensação de que algo sempre foi diferente

    Adultos que se reconhecem autistas ou com TDAH, muitas vezes depois do diagnóstico de um filho, e passam a reler a própria história com outra chave.

    Avaliação neuropsicológica

Nenhum desses motivos precisa estar grave para valer uma conversa. Boa parte das pessoas que chegam ao CDIF não está em crise: está lidando há tempo demais com algo que já cabe na rotina, mas custa caro. A primeira sessão serve para entender o que está acontecendo e decidir, junto com a psicóloga, se o acompanhamento faz sentido.

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Como funciona

Como funciona a psicoterapia para adultos

Do primeiro contato ao acompanhamento, a psicoterapia para adultos no CDIF segue quatro etapas: contato e agendamento, primeira sessão, definição de frequência e abordagem, e revisão do processo. As sessões duram 45 minutos e acontecem presencialmente ou online, com psicólogas registradas no CRP-08.

Agendar conversa inicial
Recepção do CDIF, com duas poltronas brancas e mesa de apoio
  1. Primeiro contato e agendamento

    A conversa inicial é administrativa: horário, modalidade e qual psicóloga tem agenda disponível. Ninguém pergunta sintoma, diagnóstico ou medicação nessa etapa.

  2. Como é a primeira sessão de terapia

    Não é preciso chegar com o problema formulado nem com diagnóstico pronto. A primeira sessão serve para entender o que trouxe você até aqui e o que faz sentido acompanhar.

  3. Frequência, duração e abordagem

    Foco, frequência e modalidade são definidos junto com a psicóloga. As sessões duram 45 minutos, e a abordagem - Terapia Cognitivo-Comportamental, psicanálise ou sistêmica - segue o que o caso pede ou o que a pessoa prefere.

  4. Revisão do processo e encerramento

    O processo é revisto ao longo do acompanhamento. Pausar ou encerrar é assunto conversado em sessão, não uma decisão tomada sozinho no meio do caminho.

O que a psicoterapia para adultos acompanha

Cada processo é único, mas alguns temas aparecem com frequência no atendimento de adultos. A terapia não percorre todos ao mesmo tempo: o foco é definido com você, a partir do que te trouxe até aqui.

Ansiedade, humor e sono

A ansiedade é o motivo mais frequente de procura na vida adulta, e raramente vem sozinha: costuma aparecer junto de insônia, irritação e queixas do corpo.

  • Ansiedade, crises de ansiedade e pânico
  • Sintomas depressivos e desânimo persistente
  • Insônia e rotina de sono
  • Autoestima, autocrítica e perfeccionismo

Relações, família e trabalho

Boa parte do sofrimento adulto se organiza em torno dos vínculos e do trabalho, dois territórios que se contaminam com facilidade.

  • Conflitos no casamento e na família
  • Dificuldade de pôr limites
  • Esgotamento e relação com o trabalho
  • Decisões e mudanças de carreira

Perdas e transições

Luto e transições exigem reorganizar a rotina inteira, mesmo quando a mudança era esperada ou desejada.

  • Luto e adoecimento
  • Separação e recomeços
  • Maternidade, paternidade e cuidado de familiares
  • Aposentadoria e mudanças de fase

Quando o tema pede outro caminho: se o conflito é do casal, quem acompanha é a terapia de casal; se envolve o núcleo familiar inteiro, a terapia familiar. Quando a dúvida principal é de diagnóstico, quem investiga é a avaliação neuropsicológica. Antes dos 18 anos, o acompanhamento acontece na psicologia do adolescente.

Adultos neurodivergentes

Psicoterapia para adultos neurodivergentes

Autismo (TEA) e TDAH não desaparecem na vida adulta. Muita gente chega à terapia depois de anos se adaptando por conta própria, e boa parte descobre a própria neurodivergência já adulta, no que se costuma chamar de diagnóstico tardio, com frequência durante o processo de diagnóstico de um filho.

  • Descobrir o autismo ou o TDAH na vida adulta

    Adultos que se reconhecem no diagnóstico do filho, quem foi diagnosticado na infância e perdeu o acompanhamento, e quem convive há anos com uma exaustão sem explicação.

    Psicologia infantil
  • O que muda na psicoterapia para adultos autistas e com TDAH

    O objetivo não é corrigir o seu jeito de funcionar. O trabalho se organiza em torno da exaustão da camuflagem social, o masking, além da regulação, da rotina e das demandas sensoriais, no seu ritmo.

  • Terapia ou avaliação: qual delas você precisa?

    Se a dúvida principal é "eu sou autista?" ou "eu tenho TDAH?", quem responde é a avaliação, não a psicoterapia. São processos diferentes e podem acontecer em paralelo.

    Avaliação neuropsicológica
Equipe

Equipe de Psicólogas da CDIF

Conheça as profissionais que acompanham crianças, adolescentes, adultos e famílias no CDIF, em abordagens reconhecidas pelo Conselho Federal de Psicologia.

Vanessa Castro, fundadora e diretora do CDIF
Fundadora e diretora Vanessa Castro

Vanessa Castro

Fundadora e diretora do CDIF | Neuropsicóloga e psicopedagoga

Fundou o CDIF em 2004 e o dirige desde então. Especialista em Intervenção Cognitiva e Aprendizagem Mediada, com formação em TCC, abordagem sistêmica e nas metodologias PEI e Panlexia.

CRP-08/09833

Perguntas frequentes sobre psicólogo para adultos

Reunimos as dúvidas que mais aparecem em quem está considerando começar uma psicoterapia para adultos: o que dizer na sessão, quanto tempo dura o processo, como saber se está funcionando. As respostas são orientações gerais, e cada pessoa é acompanhada de forma individualizada.

E se eu não souber o que falar na sessão?

Não saber por onde começar é uma das situações mais comuns, e não atrapalha o processo. A condução é da psicóloga: ela pergunta, retoma o que já apareceu antes e ajuda a organizar o que está confuso. Também não é preciso preencher todo silêncio, porque em muitos momentos ele faz parte do trabalho. Chegar sem saber o que dizer é um ponto de partida legítimo.

Quanto tempo dura a terapia e quantas sessões são necessárias?

Não existe número fixo de sessões. A duração varia com o objetivo combinado no início: demandas mais pontuais podem se organizar em alguns meses, enquanto questões mais antigas costumam pedir mais tempo. Esse combinado é revisto ao longo do acompanhamento, então o processo tem pontos de parada previstos, e não um prazo aberto indefinidamente.

Como sei se a terapia está funcionando?

Essa pergunta é legítima e o melhor lugar para fazê-la é a própria sessão. Alguns sinais costumam aparecer antes de qualquer mudança grande: perceber padrões que antes passavam despercebidos, reagir de outro jeito a situações que sempre travaram, conseguir nomear com mais precisão o que se sente. Como o foco é combinado no início, ele serve de referência para revisar o processo periodicamente com a psicóloga.

É normal chorar ou sair de uma sessão pior do que entrei?

É comum. Falar sobre o que costuma ser evitado mobiliza, e algumas sessões terminam com a sensação de ter mexido em algo que estava guardado. Isso normalmente passa nos dias seguintes e faz parte do processo. Se acontecer de forma persistente, é assunto para levar à sessão seguinte: o ritmo do trabalho pode ser ajustado.

Preciso de psicólogo ou de psiquiatra?

São profissões diferentes e não excludentes. O psiquiatra é médico e pode prescrever medicação; o psicólogo clínico conduz o acompanhamento psicoterápico e não prescreve. Muitas pessoas fazem os dois em paralelo, e nesse caso o trabalho conjunto entre os profissionais pode ser combinado, sempre com o seu consentimento.

A psicóloga anota o que eu falo?

Sim. O registro documental do atendimento é uma obrigação profissional prevista na Resolução CFP 06/2019 e fica sob guarda e sigilo da psicóloga. Ele existe para dar continuidade ao trabalho, não para ser compartilhado com terceiros. Gravação de sessão não faz parte do procedimento.

A terapia online funciona igual à presencial?

O atendimento online segue a Resolução CFP 09/2024, que regulamenta a telepsicologia, e tem a mesma duração e a mesma condução da sessão presencial. Ele exige uma condição prática: um lugar reservado, onde você consiga falar sem ser ouvido. Não é indicado para situações de urgência - nesses casos, veja os canais para momentos de crise.

Como funciona o pagamento das sessões?

Os valores e as formas de pagamento são informados no primeiro contato, junto com os horários disponíveis e as modalidades de atendimento. O CDIF não divulga valores no site: o Código de Ética Profissional do Psicólogo restringe o uso de preço como argumento de publicidade.