Psicóloga do CDIF segurando um tablet, sorrindo, com árvore desenhada na parede ao fundo
Avaliação

Avaliação neuropsicológica

O CDIF, Centro de Desenvolvimento Infantil e Familiar, realiza avaliação neuropsicológica presencial para crianças a partir de 2 anos e meio, adolescentes, adultos e idosos.

A avaliação neuropsicológica é conduzida com instrumentos validados pelo SATEPSI e tem supervisão e assinatura da neuropsicóloga Vanessa Castro, CRP-08/09833. O laudo sai de 7 a 21 dias após a última sessão.

O que é a avaliação neuropsicológica e para que serve

A avaliação neuropsicológica mede atenção, memória, linguagem e funções executivas com instrumentos validados pelo SATEPSI, para sustentar ou descartar uma hipótese diagnóstica.

O laudo descreve como a pessoa funciona em cada área avaliada, aponta habilidades e dificuldades e chega a uma hipótese diagnóstica. É um documento escrito do psicólogo, elaborado conforme a Resolução CFP 06/2019.

Exame de imagem é outra coisa: ressonância e eletroencefalograma mostram a estrutura do cérebro e são pedidos pelo médico. A avaliação neuropsicológica mede o funcionamento, pelo desempenho em testes padronizados.

Três psicólogas do CDIF juntas, sorrindo, na sala de atendimento da clínica
Ilustração de um perfil humano com o cérebro representado por peças de quebra-cabeça

O que faz o neuropsicólogo

O neuropsicólogo é o psicólogo especializado na relação entre cérebro e comportamento. Ele não substitui o neurologista nem o psiquiatra: produz as medidas objetivas que ajudam esses médicos a fechar ou descartar um diagnóstico. O que ele investiga, área por área:

  • Atenção - concentrada, dividida e alternada
  • Memória - operacional de trabalho, episódica e semântica
  • Funções executivas - flexibilidade cognitiva e controle inibitório
  • Linguagem - compreensão e uso da linguagem no dia a dia
  • Emocional e social - avaliados junto, para a correlação dos dados ficar fidedigna

Quando a avaliação neuropsicológica é indicada

A avaliação neuropsicológica é indicada diante de suspeita de TEA, TDAH ou altas habilidades, de dificuldade de aprendizagem que não cede e de queixas de memória e atenção no adulto. No CDIF, a maior parte chega encaminhada por neurologista ou psiquiatra, e a investigação parte sempre de uma hipótese, nunca de um veredito pronto.

  • Hipótese de TDAH

    Em crianças, adolescentes e adultos - desatenção, impulsividade, desorganização que atrapalham escola, trabalho e rotina.

  • Hipótese de TEA (autismo)

    Quando há sinais de autismo e a investigação precisa de medidas objetivas para compor o diagnóstico clínico.

  • Dificuldades de aprendizagem

    Leitura, escrita e matemática muito abaixo do esperado, para diferenciar defasagem escolar de um transtorno específico.

  • Queixas de memória e atenção no adulto

    Esquecimentos frequentes, dificuldade de concentração ou declínio percebido que precisam de medida objetiva.

  • Comportamento que ainda não tem nome

    Quando a família percebe um funcionamento diferente - sem saber nomear - e precisa entender antes de decidir qualquer coisa.

  • Investigação de altas habilidades

    Quando o desempenho muito acima da média pede medida formal de inteligência para orientar escola e família.

Dificuldade de aprendizagem tem dois momentos: a avaliação investiga a causa; a intervenção do dia a dia acontece na psicopedagogia clínica. Os dois trabalhos costumam caminhar juntos.

Agendar avaliação

Qual avaliação meu filho precisa?

Muitas famílias chegam sabendo que precisam "de uma avaliação" - sem saber o nome da que procuram. A pergunta que orienta a escolha é: qual é a sua dúvida principal?

  • Você está aqui

    Avaliação neuropsicológica

    "Como funcionam atenção, memória e raciocínio?"

    Mede as funções cognitivas com testes padronizados. É a indicada em hipóteses de TDAH, TEA e quando a dúvida é sobre o funcionamento do cérebro.

  • Avaliação psicológica

    "O que está acontecendo no emocional e no comportamento?"

    Investiga aspectos emocionais, de personalidade e de comportamento. É a indicada quando a dúvida é sobre sofrimento, humor ou conduta.

    Conhecer esta avaliação
  • Avaliação psicopedagógica

    "Por que a aprendizagem não avança?"

    Investiga o processo de aprender - leitura, escrita, cálculo - e sua relação com a escola. É a indicada quando a queixa é essencialmente escolar.

    Conhecer esta avaliação

Na dúvida, não precisa decidir sozinho: a entrevista inicial serve exatamente para confirmar qual avaliação o caso pede - ou se ele pede avaliação.

O processo

Como funciona a avaliação neuropsicológica no CDIF

  1. Entrevista inicial

    Uma conversa com o adulto avaliado ou com a família da criança: histórico, queixa, escola ou trabalho, e o que já foi investigado antes. É aqui que a hipótese de investigação é definida.

  2. Sessões de testagem

    Em média 10 sessões de 45 minutos ou 5 de 90 minutos, presenciais, com instrumentos validados pelo SATEPSI. Uma delas é reservada para ouvir a escola ou o cônjuge, que respondem inventários e questionários conforme a queixa.

  3. Análise e elaboração do laudo

    De 7 a 21 dias após a última sessão. O laudo traz a descrição de todas as áreas avaliadas e a conclusão de hipótese diagnóstica, com gráficos que facilitam o entendimento. Toda avaliação do CDIF tem supervisão e assinatura da neuropsicóloga Vanessa Castro.

  4. Devolutiva com entrega do laudo

    O laudo é entregue nesta sessão, nunca por e-mail sem conversa. A neuropsicóloga explica cada área avaliada, correlaciona os dados e mostra as áreas de habilidade e de dificuldade. É o documento que orienta médicos, escola e terapias - e o ponto de partida para a reabilitação, quando indicada.

Ilustração de uma criança sentada sobre uma pilha de livros, olhando para um céu de constelações
Altas habilidades

Altas habilidades e inteligência

A avaliação neuropsicológica também mede inteligência - e é o caminho formal quando a hipótese é de altas habilidades ou superdotação. O objetivo não é um número para emoldurar: é entender o perfil cognitivo completo, porque desempenho muito acima da média em uma área pode conviver com dificuldades reais em outras.

O que a medida de inteligência mostra

Os testes de QI aprovados pelo CFP descrevem forças e fragilidades por domínio - raciocínio, memória de trabalho, velocidade de processamento - e não apenas um escore global.

Por que investigar altas habilidades

A identificação formal orienta a escola em adaptações e enriquecimento, e ajuda a família a entender comportamentos como tédio em aula, perfeccionismo e intensidade - que às vezes são confundidos com indisciplina ou desatenção.

Equipe

Equipe de Psicólogas da CDIF

Conheça as profissionais que acompanham crianças, adolescentes, adultos e famílias no CDIF, em abordagens reconhecidas pelo Conselho Federal de Psicologia.

Vanessa Castro, fundadora e diretora do CDIF
Fundadora e diretora Vanessa Castro

Vanessa Castro

Fundadora e diretora do CDIF | Neuropsicóloga e psicopedagoga

Fundou o CDIF em 2004 e o dirige desde então. Especialista em Intervenção Cognitiva e Aprendizagem Mediada, com formação em TCC, abordagem sistêmica e nas metodologias PEI e Panlexia.

CRP-08/09833
Onde atendemos

Veja como a avaliação funciona a partir da sua cidade

A testagem é presencial, na sede da clínica. A entrevista inicial e a devolutiva podem ser por videochamada. Cada página explica a logística de quem vem de fora e o que muda no cronograma de sessões.

Perguntas frequentes sobre avaliação neuropsicológica

Reunimos as dúvidas que mais aparecem de quem recebeu a indicação de uma avaliação neuropsicológica: quem procurar, quanto tempo demora, quais testes entram e para que serve o laudo. As respostas são orientações gerais - cada avaliação é planejada caso a caso.

Neurologista, psiquiatra ou neuropsicólogo: quem devo procurar?

São papéis diferentes que se complementam. Neurologista e psiquiatra são médicos: diagnosticam e prescrevem. O neuropsicólogo é psicólogo especializado em avaliação das funções cognitivas: ele mede, com testes padronizados, aquilo que a consulta médica não consegue medir. É comum o próprio médico encaminhar para a avaliação neuropsicológica - e usar o laudo para fechar o diagnóstico.

Quanto tempo demora a avaliação neuropsicológica?

Depois da entrevista inicial, a testagem leva em média 10 sessões de 45 minutos ou 5 sessões de 90 minutos, sempre presenciais. Uma delas é usada para ouvir a escola ou o cônjuge. O laudo é entregue de 7 a 21 dias após a última sessão, na devolutiva. Cronogramas de uma ou duas sessões merecem desconfiança: avaliar funções cognitivas com seriedade leva tempo.

Quais testes são usados na avaliação?

O CDIF trabalha com um acervo de instrumentos validados pelo SATEPSI, o sistema do Conselho Federal de Psicologia que atesta os testes de uso restrito do psicólogo - escolhidos conforme a idade e a hipótese investigada. A avaliação não usa exames de imagem: quem investiga o cérebro por ressonância ou eletroencefalograma é o médico; o neuropsicólogo investiga o funcionamento, pelo desempenho nos testes.

A avaliação neuropsicológica diagnostica TDAH e autismo?

Ela investiga a hipótese e fornece as medidas objetivas que sustentam ou descartam o diagnóstico - que é uma conclusão clínica, fechada pelo médico ou pela equipe que acompanha o caso. O laudo neuropsicológico costuma ser peça central desse processo, mas não substitui a avaliação médica.

Precisa de pedido médico para fazer a avaliação?

Não é obrigatório. Muitas famílias chegam por encaminhamento do médico, da escola ou de outro terapeuta, mas a avaliação também pode partir da própria família ou do adulto que quer se entender melhor. Na entrevista inicial, a neuropsicóloga confirma se a avaliação é de fato o caminho indicado.

Adulto também faz avaliação neuropsicológica?

Sim. Além das crianças e adolescentes, a avaliação é indicada para adultos com hipótese de TDAH, sinais de autismo percebidos na vida adulta ou queixas de memória e atenção. Muitos adultos chegam depois de reconhecer em si o que investigavam em um filho - e o acompanhamento pode seguir na psicoterapia para adultos.

Para que serve o laudo, além do diagnóstico?

O laudo descreve como a pessoa funciona: pontos fortes, dificuldades e recomendações práticas. Com ele, a escola adapta o ensino, o médico ajusta o tratamento e as terapias ganham direção - inclusive a reabilitação neuropsicológica. Concluída a avaliação, o laudo pertence ao avaliado e à família, que podem apresentá-lo onde julgarem necessário. O que o CDIF não faz é conduzir a avaliação com o objetivo exclusivo de produzir documento para uma finalidade específica.

Como funciona o pagamento da avaliação?

Os valores e as formas de pagamento são informados no primeiro contato, junto com o cronograma previsto de sessões. O CDIF não divulga valores no site: o Código de Ética Profissional do Psicólogo restringe o uso de preço como argumento de publicidade.

Como preparo meu filho para a avaliação?

Explique de forma simples e adequada à idade dele: que vai participar de atividades, jogos, desafios e conversas, para que a psicóloga conheça melhor como ele aprende, pensa e resolve problemas. Diga o nome de quem vai atendê-lo. E evite as palavras "prova" e "teste" - elas aumentam a ansiedade e a resistência antes mesmo de começar.

Vocês atendem por convênio?

O CDIF não trabalha com convênio. A família recebe o recibo e, com ele, pode solicitar reembolso ou pedir que o convênio cubra a avaliação - algo que acontece com certa frequência entre quem se atende aqui.