Supervisão e assinatura da responsável técnica
Toda avaliação do CDIF é supervisionada e assinada pela neuropsicóloga Vanessa Castro.
Para investigar TDAH, autismo, altas habilidades e queixas de memória
O CDIF realiza avaliação neuropsicológica presencial para quem mora em Campo Largo: crianças a partir de 2 anos e meio, adolescentes, adultos e idosos. O laudo descreve todas as áreas avaliadas e é entregue de 7 a 21 dias após a última sessão.
A avaliação neuropsicológica é indicada diante de hipótese de TDAH, TEA ou altas habilidades, de defasagem escolar que resiste ao reforço e de queixa de memória e atenção na vida adulta. Para quem vem de Campo Largo, o cronograma completo é fechado na entrevista inicial. A investigação parte de uma hipótese a testar.
Desatenção, impulsividade e desorganização com impacto real na escola, no trabalho e em casa. A queixa costuma ser antiga, mesmo quando a procura é recente.
Sinais que precisam de medida objetiva para compor o raciocínio diagnóstico. Entre adultos, essa procura vem crescendo na clínica.
Planejar, iniciar, sustentar e concluir. É um dos motivos de procura mais frequentes no CDIF, com ou sem hipótese diagnóstica já formulada.
Desempenho escolar bem abaixo da série que resistiu a reforço. A avaliação separa conteúdo perdido de transtorno de aprendizagem.
No adulto e no idoso, esquecimento que aumentou pede medida antes de qualquer conduta médica.
Desempenho muito acima do esperado pede medida formal de inteligência, com descrição do perfil completo e não só do ponto forte.
São dois trabalhos diferentes: a avaliação responde o que está acontecendo; o acompanhamento semanal da aprendizagem é psicopedagogia clínica. Vale saber disso antes de começar, para planejar as duas coisas.
A avaliação neuropsicológica percorre entrevista inicial, sessões de testagem com instrumentos validados pelo SATEPSI e devolutiva com o laudo. O calendário inteiro é definido antes da primeira testagem, e o desempenho é comparado com médias por idade e escolaridade.
São avaliadas atenção, memória, linguagem e funções executivas, com emocional e social examinados junto. Nenhuma área conclui sozinha: a leitura nasce do cruzamento, que é o que separa desatenção de ansiedade e transtorno de aprendizagem de conteúdo escolar perdido.
| Função | O que é avaliado | Como costuma aparecer no dia a dia |
|---|---|---|
| Atenção | Concentrada, dividida e alternada | Perde o fio no meio da tarefa e não sustenta o foco em aula ou em reunião |
| Memória | Operacional de trabalho, episódica e semântica | Esquece a instrução recém-dada e não retém o que acabou de ler |
| Funções executivas | Flexibilidade cognitiva e controle inibitório | Não planeja as etapas, responde por impulso e trava quando a regra muda |
| Linguagem | Compreensão e uso da linguagem no dia a dia | Entende no sentido literal, troca palavras e não acompanha instrução longa |
| Emocional e social | Avaliados junto com as demais funções | Ansiedade e humor podem imitar desatenção, e a correlação separa uma coisa da outra |
A condução cabe a psicólogo com formação em neuropsicologia, já que aplicar e interpretar testes psicológicos é atribuição do psicólogo, e o laudo segue a Resolução CFP 06/2019. No CDIF, aplicam psicólogas registradas no CRP-08, e toda avaliação tem supervisão e assinatura da neuropsicóloga Vanessa Castro, CRP-08/09833.
A avaliação atende de 2 anos e meio até a terceira idade. O protocolo muda com a fase da vida: mais atividade e jogo com criança pequena, mais tarefa de desempenho e inventário respondido por quem convive no caso de adultos e idosos.
A procura de adultos pela avaliação neuropsicológica cresceu no CDIF. Os motivos mais comuns são hipótese de TDAH nunca investigada, sinais de autismo percebidos apenas na vida adulta e queixa de memória e atenção.
No idoso, a queixa de esquecimento crescente é a porta de entrada mais frequente. A avaliação dá ao médico a medida objetiva que a consulta não produz e serve de referência para comparar em reavaliações.
Depois da entrevista inicial, a testagem ocupa em média 10 sessões de 45 minutos ou 5 sessões de 90 minutos, uma delas destinada a ouvir a escola ou o cônjuge. Para Campo Largo, o formato longo é quase sempre a escolha: reduz o processo à entrevista, cinco vindas de testagem e a devolutiva. O laudo é entregue de 7 a 21 dias após a última sessão.
A validade depende do uso. Em contexto clínico, a referência gira em torno de dois anos. Em crianças e adolescentes o CDIF recomenda reavaliação em um ano, porque o desenvolvimento cognitivo corre rápido. Quadros neurodegenerativos pedem intervalos de seis meses a um ano.
O laudo descreve o funcionamento e conclui em hipótese diagnóstica. O fechamento assertivo do diagnóstico depende de equipe multidisciplinar, com médico especialista e psicólogo especialista, porque queixas iguais podem vir de causas diferentes e cada causa muda o tratamento.
Medir antes de conduzir importa justamente porque essas condições são comuns. O Censo Demográfico 2022 do IBGE contou 2,4 milhões de pessoas diagnosticadas com transtorno do espectro autista no Brasil, 1,2% da população residente. O Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas do Ministério da Saúde estima prevalência de TDAH em 7,6% entre crianças e adolescentes de 6 a 17 anos. Frequência alta é o que torna caro o palpite.
TEA: IBGE, Censo Demográfico 2022 - Pessoas com Deficiência e Pessoas Diagnosticadas com Transtorno do Espectro Autista, resultados preliminares da amostra, divulgados em maio de 2025. TDAH: Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas do TDAH, Portaria Conjunta nº 14, Ministério da Saúde e Conitec.
Vale separar antes de agendar qualquer coisa, porque cada recurso responde uma pergunta diferente:
Se a dúvida central é emocional, o caminho é a avaliação psicológica; se é sobre o processo de aprender na escola, a avaliação psicopedagógica.
O laudo descreve o funcionamento em cada área avaliada, com habilidades, dificuldades, recomendações práticas e gráficos que facilitam a leitura por escola e médico. É o retorno concreto de todo o percurso.
Concluída a avaliação, o laudo pertence ao avaliado e à família. O CDIF não conduz avaliação cujo objetivo seja exclusivamente produzir documento para uma finalidade específica.
As sessões acontecem na sede do CDIF, R. Cel. Alfredo Ferreira da Costa, 1160, em Curitiba, a cerca de 30 km de Campo Largo. O horário é de segunda a quinta das 8h30 às 20h e na sexta das 8h30 às 17h30. Há um dado do município que muda a conversa: Campo Largo tem 136.327 habitantes espalhados numa densidade de 109,63 habitantes por quilômetro quadrado, segundo o Censo 2022 do IBGE, a mais baixa entre as cidades do entorno. Território extenso e população dispersa significam que, para muita gente, os 30 km até a clínica não são o trecho mais longo do dia. É exatamente por isso que o processo inteiro é desenhado na entrevista inicial: definidas as datas e o formato das sessões, a família sabe de antemão quantas vezes precisará se deslocar, e a investigação não corre o risco de parar no meio.
Os testes são aplicados e interpretados por psicólogas registradas no CRP-08, na sede do CDIF.
O CDIF, Centro de Desenvolvimento Infantil e Familiar, atende desde janeiro de 2004 e mantém neuropsicologia, psicologia e psicopedagogia sob a mesma estrutura, o que evita uma nova procura quando o laudo indica o passo seguinte. Toda avaliação neuropsicológica tem supervisão e assinatura da neuropsicóloga Vanessa Castro (CRP-08/09833), fundadora e diretora, psicóloga desde 2002. Também conduzem avaliações Alyne Nowacki (CRP-08/18050), Maria Cecília (CRP-08/37464) e Júlia Hoeltgebaum (CRP-08/47936).
Toda avaliação do CDIF é supervisionada e assinada pela neuropsicóloga Vanessa Castro.
Quando o laudo indica trabalho de estimulação cognitiva, a família não recomeça a busca do zero.
Com cronograma completo definido na entrevista, para a família saber quantas idas serão.
Acervo de testes de uso restrito do psicólogo, escolhidos conforme a idade e a hipótese.
O percurso tem contato por WhatsApp, entrevista inicial, série de testagem e devolutiva. Nenhum teste é aplicado antes da entrevista. Para quem vem de longe, é na entrevista que o calendário inteiro é fechado, com datas e formato de sessão definidos.
Agendar conversa inicial
A recepção explica o funcionamento, informa valor e cronograma e marca a entrevista. Também se confirma aqui se a avaliação neuropsicológica é o exame indicado para a queixa.
Uma sessão com os pais ou com o adulto avaliado: desenvolvimento, queixa atual, escola ou trabalho e investigações anteriores. Define-se a hipótese a testar e, junto, todas as datas seguintes.
Em média 10 sessões de 45 minutos ou 5 de 90 minutos, com instrumentos validados pelo SATEPSI. Uma delas recolhe a percepção da escola ou do cônjuge por inventários e questionários.
A entrega é presencial, nunca por e-mail sem conversa. A neuropsicóloga percorre cada área avaliada, aponta habilidades e dificuldades e explica como o documento orienta escola, médico e terapias.
Avaliação neuropsicológica nas cidades da região metropolitana
A avaliação do CDIF é presencial, na sede em Curitiba. Veja o que muda no deslocamento e no cronograma de sessões para quem vem de cada cidade.
As perguntas que mais aparecem no primeiro contato: quantas idas, se dá para fazer online, quanto tempo leva, quem assina, para que serve o laudo e quando refazer. São orientações gerais; cada avaliação é planejada caso a caso.
Com sessões de 90 minutos, são cinco vindas de testagem, sem contar entrevista inicial e devolutiva, que podem ser por videochamada. Com sessões de 45 minutos, a testagem sobe para cerca de dez encontros. Para quem mora em Campo Largo, o formato longo costuma ser o escolhido, e o calendário completo é fechado já na entrevista.
Na R. Cel. Alfredo Ferreira da Costa, 1160, em Curitiba, a cerca de 30 km de Campo Largo. O atendimento é de segunda a quinta das 8h30 às 20h e na sexta das 8h30 às 17h30. Endereço completo e mapa em contato.
A testagem é presencial, e o motivo é técnico: parte dos instrumentos precisa ser manuseada pelo avaliado, com material físico e tempo cronometrado, o que não se reproduz por vídeo. A entrevista inicial e a sessão de devolutiva podem ser feitas por videochamada, e é isso que reduz as idas de quem mora em Campo Largo. Presenciais, mesmo, são as sessões de testagem.
Depende do calendário combinado. Depois da testagem, que leva em média 10 sessões de 45 minutos ou 5 de 90 minutos, o laudo é entregue de 7 a 21 dias após a última sessão, em sessão de devolutiva.
De 2 anos e meio em diante, sem limite superior. O protocolo muda conforme a idade: com criança pequena, mais atividade e jogo; com adulto e idoso, tarefas de desempenho e inventários respondidos por quem convive.
Não. A avaliação percorre atenção, memória, linguagem e funções executivas, e ainda avalia emocional e social para correlacionar os achados. Além de não caber em um encontro, o cansaço afetaria o próprio desempenho medido. O formato de 90 minutos já é a versão mais concentrada que o processo comporta.
A condução é de psicólogo com formação em neuropsicologia. No CDIF, aplicam psicólogas registradas no CRP-08, e toda avaliação tem supervisão e assinatura da neuropsicóloga Vanessa Castro, CRP-08/09833, responsável técnica. O laudo é documento privativo do psicólogo, elaborado conforme a Resolução CFP 06/2019.
Não é obrigatório. A maior parte chega encaminhada por neurologista, psiquiatra ou pela escola, mas há procura espontânea. Na entrevista inicial se confirma se a avaliação neuropsicológica é o caminho ou se o caso pede a avaliação psicológica.
Um acervo validado pelo SATEPSI, o sistema do Conselho Federal de Psicologia que atesta os testes de uso restrito do psicólogo, com escolha conforme idade e hipótese. Exame de imagem não faz parte da avaliação: ressonância e eletroencefalograma mostram estrutura e são pedidos pelo médico.
A avaliação neuropsicológica não entrega veredito, e sim hipótese sustentada por medidas. Três coisas reduzem o risco: instrumentos validados pelo SATEPSI, que comparam o desempenho com médias por idade e escolaridade; nenhuma conclusão a partir de teste isolado, e sim da correlação entre áreas; e avaliação simultânea de emocional e social, porque ansiedade e humor podem imitar desatenção. O fechamento do diagnóstico é clínico e pede equipe multidisciplinar.
Investiga a hipótese e produz as medidas objetivas que a sustentam ou a descartam. O fechamento é conclusão clínica e, para ser assertivo, pede equipe multidisciplinar: médico especialista e psicólogo especialista. O laudo costuma ser a peça central desse processo e não substitui a avaliação médica.
Compensa quando a dúvida é sobre o que fazer a seguir. O diagnóstico nomeia; a avaliação descreve o funcionamento, área por área, mostrando habilidades e dificuldades. É isso que orienta adaptação escolar, ajuste de conduta com o médico e direção das terapias. Duas pessoas com o mesmo diagnóstico podem precisar de encaminhamentos bem diferentes.
O laudo neuropsicológico descreve o funcionamento com pontos fortes, dificuldades e recomendações práticas, e traz gráficos que facilitam a leitura por escola e médico. Concluída a avaliação, o laudo pertence ao avaliado e à família. Validade fixa não existe: em uso clínico a referência é de cerca de dois anos, com reavaliação em um ano para crianças e adolescentes e de seis meses a um ano em quadros neurodegenerativos. O CDIF não conduz avaliação cujo objetivo seja exclusivamente produzir documento para uma finalidade específica.
Com linguagem simples e adequada à idade: ele vai participar de atividades, jogos, desafios e conversas para a psicóloga entender como ele aprende, pensa e resolve problemas. Diga o nome de quem vai atendê-lo. E evite as palavras "prova" e "teste", que geram ansiedade e resistência antes de começar.
O CDIF não trabalha com convênio. Quem se atende recebe recibo e, com ele, pode pedir reembolso ou solicitar cobertura ao plano, o que acontece com certa frequência entre quem se atende aqui. Valor e condições são informados no primeiro contato, junto do cronograma. O site não publica preço: o Código de Ética Profissional do Psicólogo trata valor como assunto da relação profissional, não como argumento de propaganda.